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Andreza de Castro: Livros Alice e Clara e Maria


Lançamento de Alice

Bem-vindos ao lançamento virtual de “Alice”. Talvez, estejam intrigados com um lançamento assim, antes de um evento convencional. Bem, um evento virtual permite aos convidados algo mais sutil, com uma experiência sensível por meio da viagem das letras e de toda a emoção experimentada com a história de uma cantora francesa que chega ao Brasil em 1809 para revolucionar, mudando conceitos e condições sociais degradantes daquela sociedade. Com essa finalidade, sem preconceitos, congrega homens e mulheres de todas as camadas sociais para que abracem sua causa.

Esse envolvimento cria uma atmosfera de mistério que domina um ambiente marcado por um profundo sincretismo religioso, das tradições de negros, de brancos e de índios. Nesse clima de luta, desenvolve-se a narrativa, pois os desafios são enormes, mas o desejo de vencer é maior. Então, abracem a causa de Alice, vamos debater sobre tudo o que a luta dessa guerreira despertou em cada um de nós. Nesse evento virtual, viajemos até 1809, para encontrar Alice.

Aos que desejarem adquirir a história, assim como "Clara e Maria", cuja capa se encontra numa das mensagens da página principal deste blog, basta enviar e-mail para andrezadecastro@yahoo.com.br, ou deixar um comentário aqui. As portas estão abertas para todos.



Escrito por andreza às 07h09
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Prepare-se!

Uma mulher muito especial vai invadir este Blog.



Escrito por andreza às 16h23
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Semelhanças

Polos opostos se atraem. Os velhos princípios dizem que é verdade. No entanto, humildemente, sem desejar quebrar velhos paradigmas, tenho para mim que isso nem sempre acontece.

Em Clara e Maria, Quitéria optou pela guerra e deixou Gabriel a chorar sozinho. Então, no combate, encontrou alguém parecido em conceitos e ideais, um guerreiro que conquistou seu coração a ponto de esquecer o oposto que ficou para trás e de se casar no campo de batalha.

Sim, Fernanda, talvez Gabriel tenha algumas características de Filipe, embora não tivesse gosto pela guerra. Ambos não levantavam objeções às suas condições, acomodando-se às circunstâncias. Mas será isso suficiente para relacioná-los como semelhantes?

Nesse sentido, embalo-me por Merleau-Ponty. Para o filósofo, nosso corpo nos integra ao mundo, portanto devemos reavaliar o fenômeno da percepção. As diferenças começam pelo corpo, ou seja, é ele que primeiramente nos apresenta a elas.

Olho para duas pessoas, para dois objetos. Eu os vejo e os descubro, mas preciso vê-los, tocá-los. Mas como posso ver os personagens de uma história, ou tocá-los? Essa é uma experiência bem particular.

Quando eu leio um bom livro, consigo quase tocar seus personagens. Posso vê-los, percebê-los. Deixo com vocês essa experiência de percepção do mundo pelo tato, segundo Ponty. É possível sentir isso com os personagens de Clara e Maria? Gostaria que fosse possível.



Escrito por andreza às 14h04
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Reflexões

    Luana fez análises muito interessantes baseadas na Filosofia. Observou muito bem cada universo, no contexto das personagens. Podemos viajar mais, questionar bastante as posturas e atitudes dos que fazem parte desta história. Nesse processo, a obra fica enriquecida, compartilhada, desnudada, e também nos tornamos partes do seu todo, pois filosofar é pensar, e filosofar sobre a obra é coexistir com seus homens e mulheres, é interagir com eles, descobrir detalhes ocultos de suas personalidades.

   Nesse sentido, Maria representa, para mim, a verdadeira ousadia; quem rompeu mesmo com tudo o que representava a segurança. Ela não tinha os tabus e os dogmas que rondavam a mente de Clara, resoluta, mas resignada mediante a situação de esposa de Filipe Camarão, comendador e herói, reconhecido pela sociedade.

   Já Filipe Camarão me intriga. Esse é um personagem marcante para mim por sua ambigüidade. Ele é o próprio dogma, na sua representação, naquilo que o define como a aceitação cega. Seria aquilo que Nietzsche considera como o que veste a camisa-de-força do dever e não consegue se livrar dela em nenhum momento de sua vida.

   No entanto, se revolta contra seu próprio rigor, do qual não consegue prescindir. Há um momento em que quase desiste da luta. Mas a força de tudo ao redor é mais forte que sua própria força de guerreiro. E Clara, sim, a própria Clara, zomba da situação em que ambos cairiam, derrotados, vitimados pela culpa dos "homens sem dever", desacreditados, desonrados. Mas ela reage pelas convicções de guerreira, ele, pelo medo da transgressão. Eis, na minha opinião, a diferença entre Clara e Filipe.

   Muitas ainda existem. As interpretações são livres. Venham, concordem, discordem! Vamos debater e interagir.



Escrito por andreza às 16h54
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Eu Rio

Meu Rio me alegra, porque não é só de janeiro, é de todos os dias, é do ano inteiro. Meu Rio enche meus dias, enche meu coração de esperanças que me fazem chorar ou chorar de rir. Meu Rio dos becos, das sombras, do Centro, da moça de saia curta, dos lábios vermelhos e da sandália apertada, que chama, que busca, que esfola os pés e a alma; da criança da calçada, sem roupa, queimada de fome, de sol.

Meu Rio do chope e do mar gelado que esquenta o coração, mas refresca a língua quando saboreia conversas picantes nos bares da noite, com cheiro de mar.

Rio de poetas e de guerreiras, que até Maria Quitéria baiana de corpo e alma se encantou e ganhou rua de Ipanema! Rio eterno de Vinícius, de Tom, de Cartola; das gatas e dos gatos que vêm e que ainda passam. Rio dos cachorros de madame e dos bichanos vira-latas amarelos, malhados, tigrados, pretos que nunca são feios e sempre dão sorte; como é bom quando encaram a gente com ar de quem não quer nada, mas sempre querem alguma coisa.

Meu Rio que carrego comigo, quando vou para o inferno, para o paraíso, quando vou até a esquina, ou quando saio do chão e me aventuro em terras distantes. Mesmo assim, ele é minha identidade, meu passaporte que me abre caminhos. Esse é o meu Rio eterno, Rio que sempre há de ser meu Rio.



Escrito por andreza às 04h43
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Cem Anos de Machado de Assis

Algumas pessoas não conseguem morrer, não obstante as limitações do corpo exigirem esse descanso final. Nunca vi alguém mais vivo que Machado! Sim, seus personagens são eternos, mas a sensibilidade e o talento do homem que lhes trouxe ao mundo se chamam Machado.

O menino nasceu quase sem nada, mas foi batizado Machado, foi à luta e golpeou todas as dificuldades da vida. Do nada fez história e contou história. Muitas histórias! E nos fez sonhar. Amamos suas mulheres, guerreiras como ele, e louvamos seus homens loucos, irônicos e apaixonados.

Em nome de Clara e Maria, eu louvo as guerreiras de Machado. Quisera eu que meus personagens fossem capazes de causar incêndios como Capitu. Mas para chegar aos pés do Mestre é preciso morrer como Brás Cubas e se apaixonar como Bentinho.

Viva Machado!



Escrito por andreza às 00h36
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Primavera

Embora os botões sejam parecidos, nenhuma rosa é igual à outra. O perfume que nos envolve, igualmente, nunca é o mesmo. O aroma doce e rubro que excita os sentidos tem significados bem diversos para cada um. O buquê se eleva e penetra suavemente a penumbra das cavidades nasais e invade o misterioso paraíso do ser. Traz à tona os universos de lembranças, de sensações, de amores, de alegrias, de tristezas.

Mas a rosa tem espinhos e também luta para sobreviver, para se elevar e ganhar espaço. Assim como Clara Camarão e Maria Quitéria, a Rosa Guerreira é doce e selvagem para nascer, crescer e revelar sua beleza, abrindo a roda viva do espetáculo das pétalas.

Ah! Doces mistérios! Elevo a taça de vinho rubro como o sangue e brindo à primavera que revela o poder das rosas da Grande Mãe. Em seu significado mais profundo, penetra com aromas renovadores a mente e o coração, trazendo prazeres incomparáveis.



Escrito por andreza às 15h50
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Independência

Amanhã é dia 7 de setembro. E não somos heróis, apesar de Maria ter lutado para conquistar seu ideal de liberdade. E a nossa independência? Passados dois séculos daquele 1822, temos o Brasil que merecemos. Enfrentamos muitos Brasis até este, de 2008. Tivemos alegrias e tristezas, algumas conquistas, e nos tornamos independentes. Será?

Basta olhar para o espelho deste nosso grande país e tentar encarar a nossa própria face. Quase sempre o susto é grande, porque o espelho provoca, desafia, incomoda. Somos tão grandes, tão belos, e sabemos que nem tudo é o que parece. Por dentro sempreum vírus letal.

Somos fortes, mas ainda morremos de fome, enquanto a mesa do vizinho é farta. Somos grandes, e muitos dos nossos não têm um teto para se abrigar. É... somos grandiosos, e vemos o dinheiro que deveria resguardar nossa integridade ser usado para finalidades doentias.

Temos a impressão de que não estamos bem e nem mesmo somos independentes. Existe muito a fazer, para honrarmos o sacrifício da guerreira de outrora. Talvez, em algum 7 de setembro do futuro, tenhamos a certeza de que nos tornamos verdadeiramente independentes.



Escrito por andreza às 17h51
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Atletas e Guerreiros

Na Grécia Antiga, os gregos celebravam jogos para honrar aos Deuses. A mente saudável deveria comandar o corpo sadio, em nome do fogo que ardia numa pira, no período das provas. Naquele período, não havia guerras ou catástrofes, e a competição era travada na alma de cada competidor. A coroa de louros era o prêmio, símbolo do homem que se igualava aos Deuses.

Esse despojamento que não visava a ouro ou riquezas materiais era perseguido não nos jogos, mas em várias escolas filosóficas que foram originadas naqueles velhos tempos. Incentivavam o exercício da mente para alcançar a Divindade dentro do ser. São exemplos as escolas de Sócrates, Pitágoras e Epicuro, dentre outras.

Tais como Clara e Maria, atletas da mente e atletas do corpo buscam o que está acima de suas capacidades. Nas palavras de Victor Hugo, seus corações doam e seus espíritos se enriquecem. Então, salve o Coração do Guerreiro Dorival Caymmi, que hoje nos deixou e partiu para o outro lado da vida.



Escrito por andreza às 00h13
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Vendas pelo e-mail andrezadecastro@yahoo.com.br, ou telefone (21) 9733-1685. Proibida a venda fora dessas condições

Outras informações sobre o livro: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=16504389528120657114



Escrito por andreza às 09h37
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Caminhos

Hoje, penso em caminhos. Existem muitos! Andei bastante, percorri diversas estradas até chegar ao caminho que me agrada. cruzei algumas vias, mas por mais confusas que pudessem parecer, elas sempre convergiam para a estrada das letras, o que me tranqüilizava e servia de estímulo.

Neste dia, dedico Clara e Maria àqueles que desejam chegar e aos que precisam de uma força para cruzar a linha de chegada. Que todos tenham a garra guerreira para completar seus caminhos; existem os que cruzaram a linha e agora indicam a direção. Clara Camarão, Maria Quitéria, Santos Dumont, Einstein, Pasteur etc. etc. suaram a camisa e chegaram.

Não tem graça ganhar sem ter a sensação do suor escorrendo pelo rosto, dos pulmões que clamam pelo ar que não é suficiente ante o esforço da jornada e da árdua luta pela vitória. É doce o suor que banha a vitória. Todos podem sentir esse sabor, se realmente o desejarem.

Feliz Dia de Santiago aos que percorrem seus caminhos e deixam pegadas, como o Mago Paulo Coelho. Há os que chegaram, os que estão para chegar e os que começam a caminhar. Existem deuses, na Mitologia de vários povos, que guardam os caminhos e deixam passar os que merecem. Que seja assim, e vençam os melhores por esforço e trabalho.

Beijos,

Andreza.

Escrito por andreza às 02h28
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Sobre o Comentário de Inez

       Acredito naqueles que são ousados para conquistar seus sonhos. Atitude guerreira não quer dizer sair atirando por . Hoje, mais uma vez, assisti ao filme sobre a trajetória da banda de rock The Doors. No comentário que fez, Inez lembrou de John Lennon e do Dia do Rock. Ela percebeu algo muito similar entre alhos e bugalhos. Vocês devem estar curiosos para saber o que tem isso a ver com o meu livro.

Escrito por andreza às 02h51
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       A resposta é a atitude guerreira e a atitude rockeira, elas têm muito em comum. Às vezes, os rockeiros são rebeldes e vão aos extremos, normalmente, morrem ou enlouquecem. Quase nada conseguem com essa atitude. Pode ser que desejem algo com isso, ou não. No entanto, há os que utilizam bem a rebeldia para passar uma mensagem necessária de mudança. Esses são os verdadeiros guerreiros, como Clara e Maria.

Escrito por andreza às 02h48
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       Em suas épocas, elas pegaram em armas para realizar suas mudanças. Os novos guerreiros tomam seus instrumentos musicais e disparam suas mensagens de mudança. O barulho que fazem transforma as coisas; pode até dar na cabeça de muita gente, mas é necessário quando o comodismo e a inércia colocam uma venda nos olhos do mundo. Tem razão Inez! Salve Clara Camarão, Maria Quitéria, John Lennon e todos os rockeiros do passado, do presente e do futuro.

Muitos dias felizes do rock para todo mundo.



Escrito por andreza às 02h46
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Para quem adesejar se aventurar pelas páginas de Clara e Maria, basta deixar um comentário com e-mail, eu entrarei em contato.

 

Desejo uma ótima leitura a todos,

Andreza.



Escrito por andreza às 20h05
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